terça-feira, 25 de setembro de 2012

Galeria 1

















Podolatria ajuda as mulheres a conquistarem seus direitos

Talvez poucas pessoas saibam, mas a podolatria ajuda as mulheres a conquistarem seus direitos. Para entender isso mais a fundo, é necessário conhecer o movimento chamado Feminismo.

O Feminismo é um movimento social, politico e filosófico, que teve seu início no século 19, mas se popularizou pelo mundo apenas no século 20. Consiste na luta das mulheres, que reivindicam seus direitos, querendo ter os mesmos – ou quase  -  direitos dos homens. Foi graças a esse movimento, por exemplo, que as mulheres conquistaram o direito ao voto.

Mas agora todos devem estar se perguntando: E onde a podolatria ajuda as mulheres a conquistarem seus direitos?

A resposta é simples. Quando as mulheres colocam os homens a seus pés, eles se tornam submissos, e elas dominadoras. Homens submissos sexualmente, tendem a serem submissos em outros âmbitos sociais também. Mulheres dominadoras, tendem a ser líderes, e ao mesmo tempo, independentes.

Então mulheres, mesmo as que não curta, quando estiver rolando as pré-liminares, mande seus machos lamberem seus pés. Se ele não gostar da ideia, melhor ainda. Mostrem quem manda na cama, e eles verão que vocês têm potencial para mandar na vida.

 

Os pés mais sensuais










 


A podolatria e suas mil e uma faces - Introdução

Aurora, do pintor realista francês William-Adolphe Bouguereau, notoriamente podólatra
De acordo com o maior especialista que conheço em podolatria, existem 29 vertentes da adoração por pés. Gresópio, o personagem do meu amigo podólatra português, descreve os tipos tim tim por tim tim em um de seus blogs, o Vertentes Podólatras.
Os orientais já tinham fetiche pelos pés pequenos e por isso era comum que os pais enfaixassem os pés das meninas para que eles não crescessem e mantivessem a curvatura como um desenho.
Em outras culturas é comum encontrar desenhos, pinturas e menções à adoração por pés.
Só não vale confundir podólatra com pedófilo. O primeiro é o adorador de pés. O segundo é o criminoso que explora sexualmente crianças.
Tipos de fetiche
Como a podolatria é um fetiche muito amplo, dando vazão às fantasias dos mais diversos tipos de homens e com as mais inusitadas características e coadjuvantes, é importante não generalizar e sim tentar descrever as variações para que os adoradores de pés possam se encontrar neste vasto e belíssimo universo, nem sempre restrito aos pés femininos.
Dos 29 fetiches relacionados com pés e descritos vou falar de dois por postagem, começando por alguns dos mais populares:
FootJob – É o fetiche que relaciona diretamente a adoração pelos pés com o ato sexual. Nesta prática, a mulher ou o homem manipula o pênis com os pés até o clímax ou para promover grande excitação no parceiro. Para atingir o gozo, em alguns casos, é preciso muito treino porque o ritmo dos pés deve ser constante e rápido, simulando a masturbação. Em outros casos, a simples imagem dos pés manipulando o órgão sexual já provoca o orgasmo. Para que surta efeito desejado, ambos devem gostar muito do fetiche.
Crush – Neste fetiche residem curiosidades até engraçadas. Há pessoas que se deliciam em ver mulheres ou homens esmagarem frutas, doces, pães, alimentos em geral, até objetos de uso pessoal, como notebooks, celulares e dinheiro! Há aspectos patológicos, como aqueles que gostam de esmagar ou ver esmagados os animais de estimação. 
Para alguns, o prazer está apenas em ver o ‘esmagamento’. Para outros, o desejo só é completo se ele ou ela puderem comer o que foi esmagado. 
Há os que preferem o crush com sapatos que variam de chinelos a botas pesadas e há os que preferem com os pés nus. Em ambos os casos é comum que os amantes de crush queiram limpar os pés ou calçados sujos com alimentos esmagados usando a própria língua.
Continuando essa aventura podólatra, agora falaremos de outros fetiches não menos comuns, porém menos difundidos do que o crush e o footjob.
Worship – Este é o fetiche dos admiradores incondicionais de pés sem necessariamente ligar ao sexo ou à excitação. São pessoas que sentem prazer em olhar os pés assim como contemplam uma obra de arte ou escutam uma canção que gostem. Para os praticantes de worship, pouco importa se os pés têm chulé ou são capazes de apertar algo, seja o pênis ou outra parte do corpo. Neste fetiche, a beleza dos pés é o que faz a diferença. 
Para despertar a atenção de um praticante de worship, basta que os pés sejam harmônicos e de acordo com o gosto do fetichista. Normalmente a curvatura e o solado contam mais do que o formato dos dedos, assim como pés bem tratados ganham destaque.

Zoofilia feet – Trata-se de pessoas que gostam de ter seus pés lambidos por animais de estimação ou não. Também fazem parte deste fetiche os que gostam de admirar pessoas tendo seus pés lambidos ou acariciados pelos animais. Não faz parte deste fetiche as pessoas que gostam de esmagar animais com os pés. Este constitui crime na maior parte dos países e dentro das parafilias está enquadrado dentro do crush, conforme descrito no post anterior
A zoofilia feet, apesar de ainda ser encarada com estranhamento, é um fetiche normal, já que os próprios animais lambem e acariciam os próprios pés e o dos donos com naturalidade. Não está intimamente ligada ao sexo e sim à sensação de carinho e uma leve cócega.

Ballbusting – Frequentemente confundido com CBT (cock and balls torture), este fetiche trata da tortura do pênis e escroto pelos pés. Para alguns praticantes o objetivo nem é torturar e sim tocar os genitais masculinos por meio de chutes leves ou carinhos. Para outros, o prazer vem da tortura e chutes intensos sobretudo no pênis feito por pés nus ou calçados.
Alguns praticantes dizem que, se feito corretamente, não provoca dor tão intensa e o prazer é grande. Há dommes e doms especializados em ballbusting ou CBT que afirmam que há pontos corretos para chutar tanto o pênis quanto o escroto que não prejudicam a fisiologia dos órgãos. Infelizmente não encontrei nenhuma descrição destes pontos nem mesmo figuras que pudessem ilustrar. Então vale conversar com quem entende do assunto antes de sair chutando os genitais de um homem.

Bastinado – Neste fetiche, também conhecido como falanga ou falaka, o objetivo é a tortura dos pés por meio de pancadas que podem ser dadas com hastes, chicotes, varas, canes, talas ou chibatas, até mesmo com as mãos.
Vale lembrar que os pés são delicados, possuindo muitas terminações nervosas e ossos frágeis. Então, por mais que o praticante do bastinado – tanto quem bate quanto quem apanha – sinta imenso prazer, é importante atentar para algumas medidas de segurança. As feridas que surgem com o bastinado severo são grandes e difíceis de curar, até pela própria constituição dos pés e por ser complicado não abafa-los ou colocá-los em contato com o chão.
Sabe-se que o bastinado foi amplamente usado por exércitos do oriente médio e pelos gregos, e há rumores de que ainda seja utilizado como tortura por alguns grupos extremistas.
Bound Feet – Quem gosta de bondage – ou qualquer tipo de imobilização – geralmente dá uma atenção especial aos pés em algum momento de treino. Alguns preferem amarrar pés limpos e bem cuidados. Outros preferem pés sujos de forma que fiquem em evidência. O bound feet vem associado a (s) outro (s) fetiche e é bastante comum, apesar de raramente classificado.
Os povos antigos costumavam amarrar os pés das moças para mantê-los pequenos. Com o tempo, alguns castigos foram associados e não se sabe ao certo quando o fetiche nasceu. O certo é que se trata de um dos fetiches mais seguros porque não causa dor nem prejuízos à pele, nervos ou musculatura da região. A única precaução é manter as cordas de forma a não estrangular o local, evitando tendões, sempre tendo uma tesoura afiada sem ponta por perto em caso de emergência.
Continua no próximo post...

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Massagem

 

Massagem é a prática de aplicar força ou vibração sobre tecidos macios do corpo, incluindo músculos, tecidos conectivos, tendões, ligamentos e articulações para estimular a circulação, a mobilidade, a elasticidade ou alívio de determinadas dores corporais.
Por ser uma forma de terapia, também pode ser conhecida como massoterapia. Pode ser aplicada a partes do corpo ou continuamente a todo o corpo, para curar traumas físicos, aliviar stress psicológico, controlar a dor, melhorar a circulação e aliviar tensão. Quando a massagem é utilizada para benefícios físicos e mentais, ela pode ser chamada de “Terapia de Massagem Terapêutica”.
 

Massagem havaiana

 

A Massagem Havaiana (Lomilomi) é parte integrante da medicina tradicional havaiana. A Massagem terapêutica Havaiana e a arte havaiana de curar através do toque de Havaí, Polinésia.
Lomilomi em havaiano significa esfregar, amassar, massagear. Tem inúmeras versões de Lomilomi praticadas por todo o Havaí. Em escolas de massagem havaiana tem duas estilos principais de Lomilomi: Lomilomi Big Island Style de Aunty Margarete Machado parece ser uma versão polinésia da massagem européia ou "clássica / sueco". Lomilomi de Kauai, "Romi Kapa Rere", e dynamico como uma dança de surfe nas ondas, com longos e fortes movimentos, com a tradicional música havaiana.
No contexto de tradição havaiana a massagem tem o objetivo de restabelecer o estado natural de harmonia da vida (lokahi) e de energia vital (mana) no corpo.
A massagem atua tanto no corpo fisico como no emocional, por isso além de revigorar o corpo devido aos desgastes das atividades diárias, a massagem também faz o massageado se sentir acolhido, aliviando sua carencia afetiva.
São necessários alguns anos de treinamento para dominar com eficiência não apenas as manobras, mas compreender a essência e a profundidade terapêutica do toque havaiano.

Massagem Anma

 

Anma (japonês:按摩) é uma forma de massagem de origem indiana assimilada e divulgada por terapeutas do Japão. O nome da técnica deriva do nome de duas das manobras básicas que utiliza, o na (ou an), que significa apertar e o ma, que significa esfregar.
Essa terapia se baseia principalmente em pressionar e massagear pontos do corpo relacionados aos diversos meridianos estudados pela medicina tradicional chinesa, estimulando e promovendo uma cura natural, pois, quando estimulados, esses pontos aliviam a tensão muscular facilitando a circulação do sangue e da energia ("Ki" ou "Chi").
Sendo seu objetivo principal facilitar o fluxo de Chi no corpo, a Amna pode ser feita para a diminuição do estresse cotidiano que afeta a todos das grandes cidades causando então o relaxamento e o combate de diversas doenças como as disfunções de pressão arterial, asma, dores de cabeça, insônia e falta de vitalidade sexual.
Esta técnica também tem sido divulgada atualmente associada aos nomes: "Massagem Energética Japonesa", "Massagem Sentada" e "Quick Massage".


Do-in

 Do-in é uma técnica de automassagem de origem chinesa que utiliza os pontos dos meridianos energéticos do corpo humano, conhecidos nas práticas da medicina tradicional chinesa, tais como a acupuntura. É uma técnica curativa e preventiva e aplicável em casos de emergência.



Sedação e estimulação

O do-in serve-se dos mesmos pontos utilizados na acupuntura para tratar e prevenir distúrbios e enfermidades no corpo, restaurando, segundo os conceitos da medicina chinesa tradicional, o fluxo da energia Ki, onde esta tenha sofrido bloqueios ou desequilíbrios.
É usada também como técnica de primeiros socorros para certos males, na qual o próprio paciente se auto-aplica a massagem.
A massagem consiste, basicamente, no emprego de dois tipos de toque:Sedação - pressão contínua sobre um ponto;Estimulação - pressão intermitente sobre um ponto  




 

Massagem sueca

 

A massagem sueca é um estilo de massagem[1][2][3] desenvolvido na Suécia por Pehr Henrik Ling, no século XIX.[4]
Ling era ginasta e esgrimista. Pesquisou estilos de massagens antigas, como a dos romanos e dos chineses e estudou a relação tipo de manobra versus velocidade e intensidade da mesma e qual o efeito no organismo humano. A massagem no Ocidente, muito popular na Grécia e na Roma antiga, foi praticamente banida na idade média, devido a dogmas religiosos, que viam toda forma de atividade corporal, como algo pecaminoso. Esse fato não ocorreu no Oriente, por isso na época de Per Henrik Lin, os chineses ainda preservavam suas técnicas avançadas de terapias corporais, como o Anmá e o Tuiná.
O principal benefício fisiológico da massagem sueca é a expulsão do ácido lático das fibras musculares. Muito útil para atletas e pessoas com dores musculares decorrentes de tensão.[5][6]
Seu estilo ficou conhecido em toda a Europa e estudantes de vários países aprenderam sua técnica e a disseminaram no Ocidente.
No Brasil, a massagem sueca também ficou conhecida como "massagem clássica".


Método


 As manobras baseiam-se em movimentos de deslizamento, amassamento, rolamento, tapotamento, fricção e alongamento. Todas as manobras seguem um sentido específico (geralmente em direção ao coração, facilitando o retorno do sistema venoso. E sua pressão pode variar de Leve a moderada, e em alguns casos profunda ou muito profunda, de acordo com o objetivo a ser alcançado.

Massagem Ayurveda

 

Ayurveda é o nome dado ao conhecimento médico desenvolvido na Índia há cerca de 7 mil anos, o que faz dela um dos mais antigos sistemas medicinais da humanidade. Ayurveda significa, em sânscrito, Ciência (veda) da vida (ayur). Continua a ser a medicina oficial na Índia e tem-se difundido por todo o mundo como uma técnica eficaz de medicina tradicional. No Brasil é praticada principalmente por psicólogos e fisioterapeutas.
A medicina ayurvédica é conhecida como a mãe da medicina, pois seus princípios e estudos foram a base para, posteriormente, o desenvolvimento da medicina tradicional chinesa, árabe, romana e grega. Houve um intercâmbio de informações com o Japão, que tinha a mesma necessidade dos indianos: criar uma medicina barata para atender às suas populações muito pobres e gigantescas, por essa razão existe muito da medicina japonesa nos conceitos de ayurvédica. As duas desenvolveram técnicas muito eficientes e de baixo custo para o tratamento.
A doença, para a Ayurveda, é muito mais que a manifestação de sintomas desagradáveis ou perigosos à manutenção da vida. A Ayurveda, como ciência integral, considera que a doença inicia-se muito antes de chegar à fase em que ela finalmente pode ser percebida. Assim, pequenos desequilíbrios tendem a aumentar com o passar do tempo, se não forem corrigidos, originando a enfermidade muito antes de podermos percebê-la.

Os cinco elementos e os doshas

 

A Ayurveda baseia-se no sistema filosófico samkhya nos cinco elementos que formam toda a manifestação material do universo.
São eles éter, ar, fogo, água e terra. Toda a matéria que existe no universo provém destes 5 elementos, inclusive o corpo humano (que além da matéria, também é formado por buddhi - discernimento, ahamkara - ego e manas - mente). De acordo com o Ayurveda, quando algum dos 5 elementos está em desequilíbrio no corpo do indivíduo, inicia-se o processo da doença.
Segundo essa tradição, os seres humanos são influenciados pelos 5 elementos através do dosha. Os doshas são Vata, regido por ar e éter, Pitta, regido por fogo e água, e Kapha, regido por terra e água. Todas as pessoas possuem os três doshas, mas em diferentes proporções. No momento da nossa concepção a nossa constituição é definida, isto é, os doshas que estão presentes em maior quantidade no nosso organismo. Ao nascermos, tal proporção está em equilíbrio (prakrti), mas com o tempo e a vida desregrada surge o desequilíbrio em um ou mais desses doshas (vikrti), contribuindo para o surgimento e desenvolvimento de doenças.
Para o indivíduo ter o corpo saudável é necessário manter seus tecidos saudáveis e isso é possível por meio da alimentação, que deve ser feita de acordo com o estado atual do paciente, ou seja, de acordo com seu dosha predominante e com os desequilíbrios que ele possa apresentar. Os tecidos que formam o corpo humano são formados a partir dos 5 elementos, que consumimos em forma de alimento. Para o Ayurveda, a saúde de uma pessoa é medida pela força de seu agni (fogo digestivo). Um "bom agni" é capaz de extrair dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários para formar tecidos fortes; por outro lado, quando o agni está diminuído ou é irregular (menor capacidade digestiva) a nutrição dos tecidos fica mais pobre, comprometendo a saúde e a integridade estrutural do organismo. Costuma-se ouvir muito que "você é o que você come", mas podemos concluir, com o exposto, que a medicina indiana vai além: "você é o que você consegue digerir".

Além de se utilizar de alimentação adequada, fitoterapia, yoga e outras técnicas, a massagem é uma das principais técnicas utilizada pelos médicos e terapeutas ayurvédicos, por ser de baixo custo e fácil aplicação. Surgida na cultura dos Vedas (antiga etnia indiana), não é apenas uma das mais antigas e sim uma das mais completas técnicas naturais para restabelecer o equilíbrio físico e psíquico. Trata-se de uma massagem profundamente relaxante, atuando no campo físico e energético, tendo a função de purificação e manutenção da saúde corporal. Tem como objetivo restaurar o bem-estar físico, mental, energético e emocional.
A massagem ayurvédica age nos sistemas: linfático (desintoxicando o organismo), circulatório (aumentando a produção de glóbulos brancos e a nutrição e oxigenação celular) e energético (reequilibrando o chakra e atuando nos sete corpos - desfazendo bloqueios emocionais). Dessa forma contribuindo na cura das principais doenças.
É importante ressaltar que, para uma massagem ser ayurvédica, deve levar em consideração os doshas do paciente, seus desequilíbrios e suas características. É uma prática individualizada, específica para cada tipo de pessoa. Não existe apenas uma técnica de massagem na Ayurveda, mas sim diversas delas, que são feitas com óleos medicados, de acordo com o dosha do indivíduo.
Alegadamente fortalece o sistema imunológico aumentando a quantidade de glóbulos brancos e desentoxica o organismo, mas não existem evidências.
É indicada como um dos tratamentos para quase todas as doenças, principalmente: dependência química, alergias, estresse, estafa, fadiga, depressão, fibromialgia, bloqueios emocionais, problemas musculares e de coluna, lembrando que na Ayurveda não se trata a enfermidade, mas sim o indivíduo. Deve ser ministrada com cuidado em gestantes.
Reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) a massagem ayurvédica é utilizada por quase toda população da Índia e está sendo amplamente divulgada no mundo.
Benefícios proporcionados pelo tratamento com a massagem ayurvédica: Rejuvenescimento (melhora na pele), realinhamento das estruturas óssea e muscular, aumento da auto-consciência, fortalecimento do sistema imunológico, aceleração da circulação linfática e conseqüente desintoxicação do organismo; eliminação de bloqueios, prevenção de doenças, aumento de flexibilidade, reequilíbrio dos chakras, atuação nos sete corpos sutis, maior mobilidade das articulações e possibilita uma vida mais harmoniosa e feliz.


Massagem tântrica

 

Massagem tântrica é um estilo de massagem que tem como base o Tantra, que é uma filosofia surgida em 2.500 a.C., cuja origem nasceu na cultura Drávida, povo que vivia no vale do Rio Indo, onde hoje é conhecido como Paquistão. Tem suas raízes no Tantra Yoga.
O Tantra tem como objetivo despertar e faze ascender a energia Kundalini, que é a energia vital que dá movimento à vida e consequentemente todos os processos energéticos, emocionais, mentais e fisiológicos dos indivíduos. Considera-se a ascensão da Kundalini nascendo na região pélvica (chakra básico) e subindo pela coluna vertebral até o topo da cabeça (chakra primário).


Reflexoterapia

 

Reflexoterapia é a utilização terapêutica da Reflexologia. É uma técnica de tratamento por meio de estímulos em uma área reflexa. Reflexologia é o estudo das delimitações destas áreas, assim como as suas funções e ações diante das patologias humanas. É um dos recursos da medicina natural, holística, ou medicina complementar, antigamente conhecida como medicina alternativa, mas também considerado como Pseudociência. Em 2009 uma revisão sistemática de experimentos aleatórios controlados concluiu que "A melhor evidencia existente até o momento não demonstra que a reflexologia é eficaz no tratamento de qualquer condição médica".[1]
O Do In, de origem japonesa, e o Tui Na, de origem chinesa, incluem princípios de Reflexoterapia como estes entre seus tratamentos. Não há consenso entre os reflexologistas sobre como a reflexologia deve funcionar, a idéia unificada é que algumas áreas no pé correspondem à áreas do corpo, e que manipulando-as pode melhorar a saúde através do "chi". Uma suposta explicação é que a pressão recebida pelo pé (ou outra parte do corpo) pode enviar sinais que "equilibram" o sistema nervoso ou que liberam quimicas como a endorfina que reduz o stress e dores.[2] Estas hipoteses são rejeitadas pela grande maioria da comunidade médica, a qual cita a falta de evidência científica e a bem estudada Teoria do Germe da Doença.[3]

Áreas reflexas

As principais áreas reflexas trabalhadas são: as mãos (reflexo palmar); os pés (reflexo podal); as orelhas (reflexo auricular); a coluna (reflexo vertebral); a face (reflexo facial); e o crânio (reflexo cranial); a boca reflexo (bocal)

Nos pés

Os praticantes desta técnica acreditam que existem pontos nos pés que refletem a situação da saúde do corpo humano por inteiro. Por isto, estimulam-se estas áreas para aliviar dores, distúrbios orgânicos, emocionais (leves) e de várias partes do corpo, gerando assim um grande equilíbrio corporal, da maneira mais simples possível.
Sir William Osler (n. 12 de Julho, 1849 – f. 29 de Dezembro, 1919) médico canadense, sendo um dos ícones da medicina moderna, chamado por vezes de "pai" dela, era um conhecedor e defensor da Reflexologia Podal, tanto que certa vez disse: "Quando os nervos dos olhos e dos pés forem corretamente entendidos, haverá menos necessidade de intervenções cirúrgicas".

Nas mãos

O mesmo princípio se aplicaria às mãos. Nas mãos e nos pés, a região mais próxima à ponta dos dedos corresponderia à cabeça e a região mais próxima ao pulso e ao tornozelo à região do quadril.

Críticas

A crítica mais comum contra a reflexologia é a falta de evidências para a afirmação de seus efeitos, ou de qualquer base científica ou demonstrativo para as suas teorias. Assim como outras pseudociências sem qualquer efeito provado além de placebo, se seus pacientes dependerem apenas dela ou até rejeitar tratamentos médicos efetivos, aumenta o risco de saúde do paciente.
A afirmação que a reflexologia pode manipular energia(Ki ou chi) sempre foi extremamente controversa, já que não há nenhuma evidência científica mostrando a existência desta energia(´Ki´, ´balanço de energia´,´estruturas cristalinas´ ou ´meridianos´) no corpo.[4]

Lenda do casteloValhala

 

Valhala, Valíala,Valhalla ou Walhala (do nórdico antigo Valhöll "Salão dos Mortos"[1]) é um majestoso e enorme salão situado em Asgard, dominado pelo deus Odin. Escolhidos por Odin, metade dos que morrem em combate são levados para Valhalla após a morte pelas Valquírias, enquanto que a outra metade vai para os campos Fólkvangr da deusa Freyja. Em Valhalla, os mortos se juntam às massas daqueles que morreram em combate conhecido como Einherjar, bem como vários heróis lendários da mitologia germânica, que se preparam para ajudar Odin durante os eventos do Ragnarök. Antes do salão ergue-se a árvore dourada Glasir, e o teto da sala está coberta de escudos de ouro. Várias criaturas vivem em torno do salão, como o veado Eikþyrnir e o bode Heidrun, ambos descritos como estando no topo de valhalla e consumindo a folhagem da árvore Læraðr.
Valhalla é atestada no "Edda em verso", compilado no século 13 a partir de fontes tradicionais anteriores, e na "Edda em prosa", escrita no século 13 por Snorri Sturluson, Heimskringla, também escrita no século 13 por Snorri Sturluson, e nas estrofes de um poema anônimo do século 10 que comemora a morte de Eric Bloodaxe conhecido como Eiríksmál, assim como compilado em Fagrskinna.

Edda em verso

Valhalla é referenciada em sua totaliadade no poema da “Edda em verso” Grímnismál, e em Helgakviða Hundingsbana II, além de receber algumas referências diretas na estrofe 33 do Völuspá, onde a morte do deus Balder é referida como o "ai de Valhalla" (em inglês, "woe of Valhalla"),[2] e nas estrofes de 1 a 3 de Hyndluljóð, onde a deusa Freyja afirma sua intenção de montar até Valhalla com a Hyndla, em um esforço para ajudar a Ottar, bem como nas estrofes de 6 a 7, onde Valhalla é mencionada novamente durante uma disputa entre os dois. [3]

Grímnismál

Nas estrofes de 8 a 10 de Grímnismál, o deus Odin (sob a forma de Grímnir) afirma que Valhalla está localizada no reino de Glaðsheimr. Odin descreve como Valhalla aparece brilhante e dourada, e que "se eleva de forma pacífica", quando vista de longe. De Valhalla, Odin cada dia escolhe entre aqueles que morreram em combate. Valhalla tem uma lança-eixos de vigas, um telhado de palha com escudos; malhas de armaduras estão espalhadas ao longo dos seus bancos; um lobo pendura na frente de suas portas a oeste, e uma águia paira acima dele. [4]
Das estrofes 22 a 24 mais detalhes são dados por Odin sobre Valhalla: as portas sagradas do antigo portão Valgrind diante de Valhalla; Valhalla tem 540 portas onde 800 homens podem sair de uma vez (a partir do qual o einherjar irá fluir para envolver o lobo Fenrir no Ragnarök). Dentro Valhalla existe o salão de Thor, Bilskirnir, e dentro dela existem quinhentos e quarenta e quartos, e de todas as salas dentro de Valhalla, Odin afirma que ele acredita que a de seu filho possa ser a maior. [5] Nas estrofes de 25 a 26 de Odin afirma que a cabra Heidrun e o cervo Eikþyrnir ficam em cima de Valhalla e pastam os ramos da árvore Læraðr.[5]

Helgakviða Hundingsbana II

Na estrofe 38 do poema Helgakviða Hundingsbana II, o herói Helgi Hundingsbane morre e vai para Valhalla. Na estrofe 38, a glória de Helgi é descrita (tradução literal):
Então, foi ao lado de Helgi os chefes
Como o cinza brilhante de crescimento junto ao espinheiro
E o veado jovem, encharcado de orvalho,
Que supera todos os outros animais
..E cujos chifres brilham contra o próprio céu [6]
A prosa segue após esta estrofe, afirmando que uma Mamoa foi feita para Helgi, e que, quando Helgi chegou a Valhalla, ele foi convidado por Odin para gerir as coisas com ele. Na estrofe 39, Helgi, agora em Valhalla, tem seu antigo inimigo Hunding, também em Valhalla, a fazer tarefas domésticas; como banhos de pés para todos os homens de lá, fazer o fogo, amarrando os cães de guarda de cavalos, e a alimentação dos porcos antes que ele possa dormir.
Nas estrofes de 40 a 42, Helgi voltou a Midgard da Valhalla com um exército de homens. Uma empregada sem nome de Sigrún, a esposa valquíria de Helgi, vê Helgi e sua grande hoste de homens andando no monte. A empregada pergunta se ela está experimentando uma alucinação, se o Ragnarök começou, ou se Helgi e seus homens foram autorizados a regressar. [6]
Nas estrofes seguintes, Helgi responde que nenhuma dessas coisas ocorreu, e assim a empregada volta para casa de Sigrún. A empregada diz a esta que o túmulo se abriu, e que Sigrún deve ir para encontrar Helgi lá, pois Helgi pediu a ela que viesse para cuidar de suas feridas que abriram e estão sangrando. Sigrún vai para o monte, e descobre que Helgi está encharcado de sangue, e que seu cabelo está grosso por causa da geada.
Cheia de alegria com o reencontro, Sigrun o beija antes que ele possa remover a sua cota de malha, e pergunta como ela pode curá-lo. Sigrún faz uma cama, e os dois dormem dentro de um túmulo. Helgi desperta, dizendo que ele deve "andar ao longo das estradas vermelho-sangue, para encontrar o cavalo amarelo para trilhar o caminho do céu", e voltar antes que os corvos de Salgófnir. Helgi e o exército de homens vão embora, e Sigrún e sua empregada voltam para casa. Sigrún faz sua empregada esperar pelo marido no monte na noite seguinte, mas quando ela chega de madrugada ela descobre que ele não voltou. A narrativa em prosa no final do poema relata que Sigrún morre de tristeza, mas que se acredita que os dois renasceram como Helgi Haddingjaskati e a Valquíria Kara.[7]

Gylfaginning

Valhalla é mencionada pela primeira vez no capítulo 2 da Edda em prosa no livro “Gylfaginning”, onde é descrita parcialmente de forma evemerizada. No capítulo, o Rei Gylfi vai para Asgard sob o disfarce de um velho chamado “Gangleri” para encontrar a fonte do poder dos deuses. A narrativa afirma que o Æsir previa sua chegada e tinha preparado grandes ilusões para ele, de modo que quando Gangerli entra na fortaleza, ele vê um salão de uma altura tão grande que ele têm dificuldade de ver o seu teto, e percebe que este é feito de escudos de ouro, como se fossem telhas. Snorri, em seguida, cita uma estrofe pelo skald Þjóðólfr de Hvinir (c. 900).
Continuando, Gangleri vê um homem na porta do salão de malabarismo de espadas curtas, mantendo sete dessas espadas no ar ao mesmo tempo. Entre outras coisas, o homem diz que a sala pertence a seu rei, e acrescenta que ele pode levar Gangleri até o rei.
Gangleri o segue, e a porta se fecha atrás dele. Ao observar as coisas ao seu redor, ele vê muitas áreas e multidões de pessoas, algumas das quais estão jogando jogos, alguns estão bebendo, e outros estão lutando com as armas. Gangleri vê três tronos e três figuras sentadas sobre elas: Hár, Jafnhár, and Þriðji(traduzindo segundo a versão inglesa como "O Alto", "O Segundo Mais Alto", e "O Terceiro");O Segundo Mais Alto sentado no trono menor, O Terceiro sentado no trono mais elevado, e O Alto sentado no mais elevado. O homem guiando Gangleri lhe diz que o que está no mais alto é o rei do salão. [8]
No capítulo 20, O Terceiro afirma que Odin reina sobre os homens de Valhalla com o Einherjar: Os mortos que caem no campo de batalha e tornar-se-ão filhos adotivos de Odin [9] No capítulo 36, O Alto afirma que as valquírias servem bebidas e nas mesas em Valhalla, e nas estrofes de 40 a 41 de “Grímnismál” são, então, citadas em referência a isso. O Alto continua dizendo que as valquírias são enviadas por Odin para cada batalha, onde elas escolhem quem deve morrer e determinar a vitória. [10]
No capítulo 38, Gangleri diz: "Você diz que todos os homens que caíram em batalha desde o início do mundo estão agora com Odin em Valhalla. Com o que ele os alimenta? Eu diria que a multidão aqui é dentro deve ser inúmera.” O Alto responde que ele está correto, que existe uma grande quantidade de pessoas no Valhalla, mas que este montante parece ser muito pouco, quando "o lobo vem."
Alto descreve que nunca são demais para se alimentar no Valhalla, mas que Sæhrímnir (aqui descrito como um javali) é morto e cozido todos os dias para alimentar as pessoas. A estrofe 18 de “Grímnismál” é então recontada. Gangleri pergunta se Odin come a mesma comida que o Einherjar, e o Alto responde que Odin não precisa de nada para comer -Odin só consome vinho e que ele dá a sua comida para seus lobos Geri e Freki. Na estrofe 19 de “Grímnismál” é recontada novamente. O Alto adiciona que ao nascer do sol, Odin envia seus corvos Huginn e Muninn de Valhalla para voar por todo o mundo, e eles voltam no tempo para a primeira refeição que é feita lá.[11]
No capítulo 39, Gangleri pergunta sobre os alimentos e bebidas que o Einherjar consume, e pergunta se apenas a água está disponível lá. O Alto responde que naturalmente Valhalla tem alimentos e bebidas próprios para reis e condes, e que o hidromel consumido no Valhalla é produzido a partir das tetas da cabra Heidrun, que por sua vez se alimenta das folhas da "famosa árvore Læraðr". A cabra produz tanto hidromel em um dia que enche um enorme tanque na qual todos os Einherjar no Valhala podem satisfazer a sua sede a partir dele. O Alto afirma ainda que, mais notadamente, o veado Eikþyrnir fica no topo de Valhalla e também mastiga nos ramos de Læraðr. Tanta umidade cai de seus chifres que acaba por encher o Hvelgelmir e outros numerosos rios. [12]
No capítulo 40, Gangleri reflete que Valhalla deve estar completamente lotada, e o Alto responde afirmando que Valhalla é enorme e continua a ser espaçosa apesar da grande quantidade de habitantes, e em seguida cita a estrofe 23 do “Grímnismál”. No capítulo 41, Gangleri diz que Odin parece ser um senhor bastante poderoso, pois ele controla um exército muito grande, mas ele ainda se pergunta como o Einherjar mantém-se ocupados quando não estão bebendo. Alto responde que diariamente, depois de terem vestido e colocado seu equipamento de guerra, eles saem para o pátio e lutam entre si como esporte. Então, quando vem hora das refeições, eles voltam para Valhalla para comer e beber. Alto, em seguida, cita a estrofe 41 de Vafþrúðnismál. No capítulo 42, Alto descreve que, "logo no início, quando os deuses estavam se estabelecendo", eles haviam estabelecido Asgard e criado o Valhalla. [13] A morte do deus Baldr é contada no capítulo 49, onde o visco que é usado para matar Baldr é descrito como crescente a oeste de Valhalla. [14]

Skáldskaparmál

No início de "Skáldskaparmál", uma passagem parcialmente evemerizada é dada com Aegir visitando os deuses em Asgard e espadas reluzentes são trazidas e utilizadas como a única fonte de luz quando eles bebem. Lá, muitos deuses festejam, eles têm um hidromel de gosto forte, e a sala tem paredes cobertas com painéis de escudos atraentes.[15] Esta descrição é confirmada no capítulo 33.[16]
No capítulo 2, uma citação do poema anônimo do século 10 "Eiríksmál" é fornecido (veja a seção Fagrskinna abaixo para mais detalhes e uma outra tradução de outra fonte, em inglês):
What sort of dream is that, Odin? I dreamed I rose up before dawn to clear up Val-hall for slain people. I aroused the Einheriar, bade them get up to strew the benches, clean the beer-cups, the valkyries to serve wine for the arrival of a prince.[17]
No capítulo 17 do "Skáldskaparmál", o jötunn Hrungnir está com raiva e, ao tentar atacar Odin em seu cavalo Sleipnir, termina às portas Valhalla. Lá, o Æsir o convida para beber. Hrungnir entra, pede uma bebida, e fica bêbado e agressivo, afirmando que ele irá remover Valhalla e levá-la para a terra do jötunn, Jötunheimr, entre várias outras coisas. Eventualmente, os deuses se cansam de sua vanglória e chamam Thor, que chega. Hrungnir afirma que Thor está sob sua proteção, e, posteriormente, que ele não pode ser ferido enquanto ficar em Valhalla. Após uma troca de palavras, Hrungnir desafia Thor para um duelo no "Griotunagardar", resultando na morte de Hrungnir. [18]
No capítulo 34, a árvore Glasir é dita estar localizada em frente das portas do Valhalla. A árvore é descrita como tendo folhas de ouro vermelho, além der ser a árvore mais bela entre deuses e homens. [19]

Heimskringla

Valhalla é mencionada de forma evemerizada e como um elemento restante do paganismo nórdico em Heimskringla. No capítulo 8 da Ynglinga saga, O “histórico” Odin ​​é descrito como a ordenação de leis de sepultamento em seu país. Essas leis incluem que todos os mortos devem ser queimados em uma pira em um túmulo com suas posses, e suas cinzas devem ser levadas para o mar ou enterrados na terra. Os mortos, então, chegam em Valhalla com tudo o que se tinha em sua pira, e qualquer coisa que se tinha escondido no chão. [20][21]
No capítulo 32 da saga Hákonar Goda, Haakon I da Noruega recebe um enterro pagão nórdico, que descrito como o seu enviar para o Valhalla. Versos de "Hákonarmál" são, então, citados em apoio, contendo referências sobre o Valhalla. [22]

Fagrskinna

No capítulo 8 da Fagrskinna, uma narrativa em prosa afirma a narrativa que após a morte de seu marido Eric Bloodaxe, Gunnhild Mãe dos Reis escreveu um poema sobre ele. A composição é de um autor anônimo do século 10 e é conhecido como Eiríksmál, e descreve Eric Bloodaxe e cinco outros reis que chegam no Valhalla após a sua morte. O poema começa com comentários de Odin (como no velho nórdico ”Óðinn”):
'What kind of a dream is it,' said Óðinn,
in which just before daybreak,
I thought I cleared Valhǫll,
for coming of slain men?
I waked the Einherjar,
bade valkyries rise up,
to strew the bench,
and scour the beakers,
wine to carry,
as for a king's coming,
here to me I expect
heroes' coming from the world,
certain great ones,
so glad is my heart.[23]
O deus Bragi pergunta de onde um som de trovão está vindo, e diz que os bancos de Valhalla estão a ranger, -como se o deus Baldr tivesse voltado para Valhalla- soando como milhares. Odin responde que Bragi sabe muito bem que os sons são de Eric Bloodaxe, que em breve chegará em Valhalla. Odin diz que os heróis Sigmund e Sinfjötli a subirão para cumprimentar Eric e convidá-lo para o salão, se for realmente ele. [24]
Sigmund pergunta a Odin por que ele deveria esperar Eric mais do que qualquer outro rei, e Odin responde que Eric avermelhou sua espada em muitas outras terras. Eric chega e Sigmund o cumprimenta, dizendo que ele é bem-vindo para entrar no salão, e pergunta quais outros senhores ele trouxe com ele para o Valhalla. Eric diz que com ele estão cinco reis, e que ele vai dizer-lhes o nome de todos eles, sendo ele próprio o sexto. [24]

Influência Moderna

O Salão teve influência na cultura popular moderna, diretamente influenciado pelo conceito da mitologia nórdica ou simplesmente se referindo a um encontro dos mortos escolhidos, ou uma sala em homenagem a eles. Exemplos destes últimos incluem o "Templo Walhalla" construído por Leo von Klenze para Ludwig I da Baviera entre 1830-1847 perto de Ratisbona, Alemanha, e o museu Tresco Abbey Gardens Valhalla construído por August Smith por volta de 1830 para abrigar estatuas nas Ilhas Scilly, Inglaterra, onde o museu está localizado [25] Uma cratera, localizada na lua do planeta Júpiter, Calisto, foi batizada com o nome do salão.
As referências ao Valhalla aparecem na literatura, arte e outras formas de mídia. Exemplos incluem os trabalhos de ilustração de K. Ehrenberg, Gastmahl in Walhalla (mit einziehenden Einheriern) (1880); as representações de Richard Wagner em seu ciclo de ópera Der Ring des Nibelungen (1848-1874); a revista neopagã “Walhalla” (1905-1913), e a série cômica em quadrinhos Valhalla (1978, em curso) por Peter Madsen, e o filme baseado nas publicações de 1986. [26] Valhalla é destaque referenciada com a linha "Valhalla, I am coming"— no singgle do Led Zeppelin da canção "Immigrant Song" (1970).[27]